Chegamos em horários diferentes. Primeiros as Fernandas, que esperaram o Loya no aeroporto e foram todos juntos para o hostel.
Eles chegaram na madrugada de quarta (07/10) para quinta (08/10) e encontraram o hostel em festa. “Sabe aquele filme O Albergue? Me senti entrando nele quando chegamos”, são as palavras da Fernanda Silva para descrever o que sentiu ao chegar no Milhouse. “Tinha vômito para todos os lados e o elevador estava sem funcionar. Subimos quatro andares de escadas com as malas depois de um dia inteiro de viagem!”, contou a outra Fernanda, nada satisfeita.
Depois da confusão básica de quartos e reservas, eles conseguiram dormir. Na manhã do dia 08 acordaram tarde para o café do hostel e comeram fora, seguindo para Calle Florida.
Nós chegamos no hostel por volta de meio-dia e, depois de muita confusão tentando encontrar a reserva e entender o espanhol, conseguimos chegar ao nosso quarto.

Na mudança de malas da Fernanda do nosso quarto (302), onde ela dormiu a primeira noite, para o 411, onde ela, Loya, Fernanda e Milu passariam as próximas quatro noites, os três chegaram. Foi tanta alegria que senti quando a porta do elevador abriu-se na portaria e lá estavam meus amigos do Brasil que pulei pro abraço!
Tudo certo no hostel, fomos nos encontrar com a Mari em Palermo. Pegamos a linha D do metrô (subte) no Obelisco da Av. 9 de Julho, sentido Congresso Tucuman e descemos na Plaza Italia, onde fica o zoo e o jardim botânico. Lá, encontramos a Mari, nos abraçamos bastante e seguimos nosso passeio por Palermo, em busca de um restaurante para almoçarmos enquanto esperávamos o Mauro sair do trabalho.

Comemos carne, salada e papas fritas. Mal sabíamos que esse menu iria nos acompanhar por alguns dias. Tomei suco de pomello e aprendemos que as comidas na Argentina faltam sal.
Também aprendemos com a Mari que precisamos ficar espertos com os taxistas em Buenos Aires. Atenção que essas dicas são importantes: nunca pegar um táxi que não tenha escrito na porta ou na placa sobre o carro o nome de uma empresa de rádio-táxi. Sempre conferir as notas que recebe de troco, principalmente de taxistas. Nesse momento descobrimos que rolam muitas notas falsas em Buenos Aires e ainda como conferir se uma nota de peso é verdadeira ou falsa.


Mais passeio pelas lojas de Palermo e nos encontramos com o Mauro para irmos ao bar El Preferido, com glorieta para fumadores. Quando estávamos lá a Milu chegou no hostel e ligou. A Mari lhe explicou como chegar no bar e em pouco tempo ela já havia se juntado a nós e estava completa a nossa delegação brasileira na Argentina! Para completar a mesa, chegou Araka, amigo e colega de trabalho do Mauro, também argentino.

Bebemos, comemos, conhecemos o fernet (uma bebida amarga que tomam com Coca-Cola) e fizemos muito barulho no bar. Mais que todos os outros argentinos que estavam lá. Até que o “moço” (garçom) nos pediu educadamente para irmos embora, pois não estávamos comendo, apenas bebendo. Terminamos nossos copos e seguimos nosso rumo para a Plaza Italia, onde pegamos os táxis de volta ao hostel.
Companheiros, se faltou algum detalhe desse dia, por favor, acrescentem nos comentários!
Mais fotos ótimas do bar:




Publicado por Fernanda em outubro 21, 2009 às 5:30 pm r r
Pimentinha, vc é tão boa nisso que não falta nada!! rsrs
Só uma observação do Loia que disse que o bairro Palermo é igual a Savassi.
Só que lá as pessoas descem com seus cachorros, para que eles possam passear e fazer suas necessidades…..e estas ( as necessidades) ficam por ali mesmo. Cheio de cocô de cachorro nas ruas!!!
Mas é lindo!! Adorei!
Publicado por Fabricio Ribeiro em outubro 21, 2009 às 6:43 pm r r
Expulsas do restaurante…….????? Como assim…… Dessa eu não sabia !
Publicado por Mariana Lima em novembro 5, 2009 às 3:45 pm r r
hahaha na verdade não fomos expulsos… somente convidados a retirar-nos caso não tivéssemos a intenção de consumir comida… enfim, esses hermanos são uns chatos meeeeeeeeesmo!!!
heeeeeeeeeeeeeeelp